domingo, 16 de setembro de 2012

A MINHA POESIA


SEM TÍTULO


Aquela airosa andorinha,
riscando os céus donairosa,
quisera eu imitar,
como ela ser tão linda,
tão ligeira, tão formosa
ter asas para voar.


Ter os céus como meu reino,
o vento p'ra me embalar,
ver do sol o seu nascer.
Fazer das nuvens meu leito,
dormir à luz do luar
e nos seus braços morrer.


Virgínia Santana

5/04/ 76

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